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Foto de Martorano Bathke

COMPLEXO DE DUS

Complexo de Deus.

Líder: “Aquele que não ocupa espaços, mas cria e abre espaços para os outros”.
Agi pelo medo e fui eficiente para aquele que tinha o poder de induzir o medo.
Agi sem medo e fui eficiente para a insensatez, arrogância, fui socialista, fui capitalista e até tenho complexo de Deus.
Uma das leis do universo, descoberta por Sir Issac Newton, que a toda ação corresponde a uma reação igual e contraria deixando-o em equilíbrio, não se aplica a nós mortais.
Pois nós seres humanos somos células oxidadas, com um elétron ou próton a mais ou a menos, instáveis, soltos, errante numa busca insana.
Linus Pauling não ganhou um prêmio Nobel, em vão, nos ensinando a equilibrar uma célula oxidada. As células estão a salvo, por alguns dias, alguns meses e até por alguns anos, se você tomar o antioxidante celular.
E nós passageiros do infinito e complexo universo emocional? Existe até um livro com o título “Inteligência Emocional”.
Muitos filósofos afirmam que a única coisa que precisamos vencer em todo o universo é a si próprio.
Quando iremos encontrar o antioxidante do conflito existencial? Talvez esteja com Deus.
Pobres de nós, têm a obsessão de achar que matéria e espírito são coisas separadas, e que o universo é exterior e gira ao nosso redor.
Não estou aqui como dono de nenhuma verdade, nenhuma moral, nem pregando, nem doutrinando não sou filósofo e não tenho complexo de Deus. Estou aqui tentando ser um aprendiz de escritor. A interpretação é tua e se de alguma forma o que escrevo te tocar, te identificar em idéias ou mexer com o teu cérebro, terei tido algum êxito.

Ronald Martorano Bathke

*Publição permitida: desde que conste o nome e e-mail do autor.

Foto de Dirceu Marcelino

CHORAR - DUETO ( traduzido )

Cito teu texto “en Español”,
“En El Torero”, para te homenagear
Ó Musa Internacional = Salomé.
***
"En medio de una cancion que llora,
La bella gitana baila com emocion...
Envuelta en el mistério de su tristeza
Sus ojos... huecos de eterna belleza
Que encantan, hechizan en su antro

Su cuerpo se mueve con melancolia,
Bajo los lamentos de la triste melodia
Encajando-se a su cuerpo, seduzindo
Tu corazon... con la promesa sedianta
De la rosa roja que, en su pelo lleva..." (Marisa Dinis)

TRADUÇÃO DO “POEMA LLORAR”

CHORAR - DUETO

Dizem que o homem não deve chorar
Pela mulher de sua vida.
Mesmo que ela seja uma rainha, uma mulher vivida.

"_O abismo secreto que o condena
O poeta se perde em seu delírio”

Havia prometido não lamentar,
Não derramar nenhuma lágrima, com sua despedida,
Mas não o consigo e começo a chorar
Pois, foste um momento da minha vida.

Agora é difícil tirar te do meu coração,
Entreguei-te minhas poesias... ao final parte de minha vida,
Temo não poder agüentar essa emoção,
Que me afoga, me escraviza, sem perdão.

“_Chora poeta chora...
As lágrimas deslizam por sua face...
E com elas sua dor aumenta.
As lembranças voltam e ficam
Mas são lágrimas de um homem que sofre”.

...Se isto é um jogo! Diga-me a verdade querida...
Você foi a sublime força de minha inspiração
Um desvario delirante...embriagante
Nascida no fundo do meu coração.

_”Poeta deixe que a caneta colha suas lágrimas...
Gota por gota, deslizando sobre o papel
Como a mais terna emoção que acaricia a dor do seu coração”.

“Versos fluem pela caneta afogando suas feridas
Docemente te seduzem com sua própria inspiração...”
“Gota por gota, a dor pela musa se acaba
E o homem em sua nobreza ficou...”

Do Poema Original "Llorar" de Dirceu/Marcelino
Duet de Dirceu/Marcelino e Salome/Marisa
Tradução: Dirceu Marcelino e Carmen Cecilia

NB. Existe vídeo-poema correspondente elaborado por CARMEM CECÍLIA - POEMA LLORAR "in You Tube

http://www.youtube.com/watch?v=6HPnM9F2bx0&feature=related

Foto de madim_shakur

busco...

perco-me a procura
do sentimento
mais dificil de
encontrar
transformo a
minha vida num
tormento
por esta minha busca
nao terminar

Foto de Dirceu Marcelino

POETISA E MUSA

*
*
*
""Viva, ame, escreva
E tenha certeza
Há sempre coisas novas a criar
E mesmo se for citar,
Nunca perderá a beleza!
E se for copiar,
Não esqueça as aspas e autoria
Faça dos poemas, Eterna Magia
E credibilidade para quem os leia.” (Rose Felliciano)

POETISA E MUSA

Escreva! Poetize, lute, cante!
Durma, mas acorde sorridente!
Liberte-se, seja sim, mais confiante.
Deixe de chorar, não lamente!

Solte sua'alma afora, se levante.
Sim! Viva bem a vida, o presente.
Reaja, grite, esbraveje, vá adiante,
É guerreira, mulher mui valente.

Cure as feridas de teu corpo ferido,
Esquece desse amor fracassado
E pense num momento bem vivido.

Lembre-se de teu alguém apaixonado.
Sim de teu Homem. Teu amor mui querido
E solte o que tens no coração guardado.

Foto de Mentiroso Compulsivo

O Actor

.
.
.

Cansei-me.
Desliguei o leitor de CD’s, fechei o livro, e rodei do sofá para o chão. Cheguei à janela, afastei as cortinas. Chovia a “potes”.

Fui comer. Voltei à janela. Já não chovia. A noite estava escura, o ar, fresco da chuva, cheirava a terra molhada; a cidade lavada. Vesti a gabardine e saí.

Cá fora, a cidade viva acolheu-me. No meio dos seus ruídos habituais, nas luzes do passeio. Percorri algumas casas e vi um bar um pouco retirado. Era um destes bares que não dá “muitos nas vistas”, sossegado e ao mesmo tempo, barulhento.

Com alguns empurrões, consegui passar e chegar ao balcão. Pousei o cabo do guarda-chuva na borda do balcão e sentei-me. O bar estava quente e o fumo bailava no ar iluminado. Senti o cheiro a vinho, a álcool. Ouvi as gargalhadas impiedosas de duas mulheres e dois homens que se acompanhavam. Deviam ser novos e contavam anedotas. Eram pessoas vulgares que se costumam encontrar nas pastelarias da cidade, quando vão tomar a sua “bica” após o jantar. Estes foram os que mais me atraíram a atenção. Não, esperem... ali um sujeito ao fundo do balcão, a beber cerveja...
- Desculpe, que deseja? – perguntou-me o empregado.
- Ah! Sim... um “whisky velho”, por favor.
Trouxe-me um cálice, encheu-o até ao meio e foi-se embora.

Bebia-o lentamente. O tal sujeito, desagradável, de olhos extraordinariamente brilhantes, olhou para mim, primeiro indiferentemente, abriu a boca, entortou-a, teve um gesto arrogante e voltou o rosto.
Estava mal vestido, tinha um casaco forte, gasto e sapatos demasiado velhos para quem vivesse bem.
Olhou-me de novo. Agora com interesse. Desviei a cara, não me interessava a sua companhia. Ele rodou o banco, desceu lentamente, meteu uma das mãos nos bolsos e veio com “ares de grande senhor” para o pé do meu banco.
O empregado viu-o e disse-me:
- Não lhe ligue... é doido “varrido” e “chato”.
Não lhe respondi.
Entretanto, ele examinava-me por trás e fingi não perceber. Sentou-se ao meu lado.
- É novo aqui?!... – disse-me
Respondo com um aceno.
- Hum!...
- Porque veio? Gosta desta gente?...
- Não os conheço – cortei bruscamente.
Eu devia ter um ar extremamente antipático. Mas, ele não desistiu.
-Ouça, - disse-me em voz baixa, levantando-a logo a seguir – devia ter ficado lá donde saiu, isto aqui não vale nada. Vá-se por mim... Está a ver aqueles “parvos” ali ao canto? Todos reparam neles... levam o dia a contar anedotas que conhecem já de “cor e salteado”...Vá-se embora. Todos lhe devem querer dizer, também, que não “ligue”, que sou doido...

Tinha os olhos raiados de sangue. Devia estar bêbado. Havia qualquer coisa nos seus olhos que me fez pensar. Era um homem demasiado teatral, havia nos seus gestos e segurança premeditada, simplicidade sofisticada do actor. Cada palavra sua, cada gesto, eram representações. Aquele homem não devia falar, devia fazer discursos.
Estudando-me persistentemente, disse-me:
- Você faz lembrar-me de alguém que conheço há muito, mas não sei quem é... Devia ter estado com esse alguém, até talvez num dia como este em que a chuva caía de mansinho... mas, esse alguém decerto partiu... como todos... vão-se embora na noite escura, ao som da chuva... nem olham para ver como fico.
Encolheu miseravelmente os ombros, alargou demasiado os braços e calou-se.

Eram três da manhã. Tinha agarrado uma “piela” com o ilustre desconhecido. Tinha os olhos muito abertos, os cotovelos fincados na mesa da cozinha e as mãos fechadas a segurarem-me os queixos pendentes. Ele tinha um dedo no ar, o indicador, em frente ao meu nariz, abanava a cabeça e balançava o dedo perante os meus olhos. Ria às gargalhadas, deixava a cabeça cair-lhe e quis levantar-se. O banco arrastou-se por uns momentos e cai com um estrondo. Olhou para mim com um ar empobrecido, parou de rir e fez: redondo no chão. Tonto, apanhei-o e arrastei-o para a sala.

Deixei-o dormir ali mesmo. Cobri-o com uma manta, olhei-o por uns instantes e fui aos “ziguezagues” para o meu quarto.

No dia seguinte acordei com uma terrível dor de cabeça. Dirigi-me aos tropeções para a casa de banho. Vi escrito no espelho, a espuma de barba; “Desculpe-me, obrigado. Não condene a miséria!”

Comecei a encontrá-lo todos os dias à noite. Fazíamos digressões nocturnas, íamos ao teatro. Quando percorríamos os corredores dos bastidores, que ele tão bem conhecia, saltavam-nos ao caminho actores que nos cumprimentavam; punham-lhe a mão no ombro e quando ele se voltava, davam-lhe grandes abraços. Quase toda a gente o conhecia.

E via-lhe os olhos subitamente tristes, angustiados. Ele não se esforçava por esconder a tristeza: era uma tristeza teatral. De vez em quando, acenava a cabeça para alguns dos seus amigos e dizia:
- Não devia ter deixado...

Inesperadamente, saía porta fora, certamente a chorar, deixando-me só. Quando saía via-o pelo canto do olho encostado a uma parede mal iluminada, mão nos bolsos, pé alçado e encostado à parede, cenho franzido e lábios esticados. Nessas ocasiões estacava, por momentos, e resolvia deixa-lo só. Estugava o passo e não voltava a olhar para trás.

O seu humor era variável. Tanto estava obstinadamente calado e sério, como ria sem saber porquê.
De certa vez, passei dois dias sem o ver. Ao terceiro perguntei ao “barmen”:
- Sabe o que é feito do actor?... Não o tenho visto.
- Ainda não sabia que ele tinha morrido? Foi anteontem. A esta hora já deve estar enterrado...foi melhor para ele...
Nem o ouvia. As minhas mãos crisparam-se à roda do corpo, cerrei os dentes. Queria chorar e não conseguia. E parti a correr pelas ruas. Por fim, cansei-me. Continuei a andar na noite, pelas ruas iluminadas. E vi desfilar as imagens. Estava vazio e, no entanto, tantas recordações. Não sentia nada, e apenas via as ruas iluminadas, as montras, os jardins.
Acabei por me cansar, de madrugada tive um sonho esquecido.

Percorro as ruas à noite, os bares escondidos, à espera de encontrar um actor “louco e chato”. De saborear mentira inocente transformada em verdade ideal. E há anos que nada disso acontece. É verdade que há sujeitos ao fundo do balcão, mal vestidos, a beber cerveja... mas nenhum que venha e pergunte se sou novo aqui... As pessoas continuam a rir como dantes, todos os dias vejo as mesmas caras, e se me perguntarem se gosto desta gente digo-te que não as conheço ainda... e olho-os na esperança que venha algum deles e que lhe possa dizer, como a raposa de “ O principezinho”:
- Por favor cativa-me.

Acordei, tinha parado de chover, lá fora ouviam-se as gotas mais tímidas ainda a cair dos telhados, fazendo um tic-tac na soleira do chão, como quem diz o tempo da vida continua, por segundos parei o tempo e pensei, mais um dia irá começar e neste dia eu também irei pisar o palco, todos nós iremos ser actores, uns conscientes da sua representação, outros ainda sem saber bem qual seu papel, uns outros instintivamente representando sem saber que o fazem e outros ainda que perderam o seu guião....

Foto de HELDER-DUARTE

GINA VIDEO

Foto de Henrique Fernandes

QUERO MAIS SÓ DE TI

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Entraste na minha vida pela porta da frente
Reluzente como um anjo magnifico
Por sinais que só tu me levas a sentir
Que de nada mais, quero mais só de ti
Perfumas o fantástico para lá da realidade
Das minhas noites com a tua paz
Fazendo-me beber da tua juventude
Que eternamente relacionas á vida
Quero ser um navio no teu cais de abrigo
Dar voltas ao mundo na tua sabedoria
E que em cada virar seja uma boa nova
Nesta mesa de emoções deliciosas
Que quero partilhar contigo sem cessar
Ter o teu amor é uma festa milionária
Na sinceridade com que valorizas
O valor dos meus dias decorados
Com o passear da tua alegria enérgica
Que forma um núcleo que nos completa
És o alvo pelo que vibra o meu coração
Que sem vaias entre nós palpita confiante
É com profunda convicção que falo
Os dois em um desejado pelos amantes
Num envolvimento que funde as almas
E se um dia saíres da minha vida
Que seja pela mesma porta da frente
Mas és bem-vinda e te convido
Que habites em mim para todo o sempre

Foto de DAVI CARTES ALVES

OH DAYANE! QUEM LHE FURTOU AQUELE SORRISO MEMORÁVEL?

Dayane,

quem levou teu sorriso, que devorava nossas almas enlevadas, sua graciosidade, faceirice, encanto?

Quem furtou a tua segurança de outrora, a tua convicção nas respostas, teu caminhar tão lépido, ágil, picando o chão, tua consciência de poder supremo, tua auto-suficiência tão imantada, que nos enchia de um querer-te tanto: “ tá então tchau!! ”,

e o Jardim Botânico virava o cálido Kalahari sem suricatos.

Quem apagou o brilho se seus grandes olhos límpidos, negros, e esfuziantes?

Lanchar com você no Dog do Queko, nos enchia de orgulho, falávamos alto entre a gente moça.

Teu beijo de despedida era tão aguardado, o premio de viver, depois, acariciava meu rosto, sorria pras estrelas me olhando da janela do quarto, elas me sorriam uma esperança, embalsamada em pudor de criança.

Me envolver naquele ritual de enleio , ao contemplar aquele seu jeito de corrigir os cabelos, os braços, nus, frescos, macios, em arco, como se tu fosse executar um passo de bailarina, leve, felinamente delgada, olhando pra nós petrificados, aquelas madeixas em anéis de seda que prendiam-me quais algemas n’alma.

Mudança Gradual

Oh Dayane, por quê atirar teu coração a pit bulls esfomeados, que só querem tua pele de mel, e seu coração sacrificam ao Deus Banal, ou melhor, ao Nabal de Abigail, ou ao Brutal da ..... que pariu, por quê deixar cavalos insanos pisotearem tua alma de flor, com velhas ferraduras?

Oh Day, não jogue assim suas “pérolas preciosas a porcos” mutilados de alma, ensandecidos, com cara de mau, não deixe mais cravarem em seu pescoço de cetim, suas presas como sanguessugas, para esvaziar sua alma melíflua, sugando todo o seu leite de rosas.

Não negocie assim sua altaneira estima de fada, em troca de um “ belo” invólucro que carrega dejetos de antes de ontem.

Sabe Dayane, quase entrei em pânico, quando o Zeca ligou do Terminal do Pinheirinho, e me disse pressuroso, arfante, que você estava chorando naquele banco perto do ponto do ônibus Fazenda Rio Grande,

chegamos correndo, é incrível como tem gente no Terminal do Pinheirinho, parece que tem um chafariz de gente naqueles túneis escuros, onde agora , forram o chão com uma colorida colcha de retalhos de dvds a 3 por 10, como borbota gente e mais gente a granel , ejetadas a centenas.

Cortou a alma ver-te, cabisbaixa, sorumbática e taciturna, chorando a cântaros, lágrimas aos cachos, aos molhos , tuas mãozinhas nacarada, em uma um estojinho de Aldol, entre comprimidos no chão, no colo, no cabelo, e na outra, um resíduo de bombom caseiro de morango, manchando o best seller da Ronda Byrne, The Secret.

O mais triste, é ver você render-te a toda essa angustia, só porque aquele sapo bombado além de quebrar todas as suas varinhas de condão que tanto nos enfeitiçaram, não quer mais o teu beijo, que tanto desejamos.

Oh Dayane, quem levou teu sorriso, que devorava nossas almas enlevadas, sua graciosidade, faceirice, encanto?

Quem furtou a tua segurança de outrora, a tua convicção nas respostas, tua auto-suficiência tão imantada, que nos enchia de um querer-te tanto, “tá então tchau!! ”, e o Jardim Botânico transformava-se em Kalahari sem suricatos.

Lembro-me, como seguravas firmes na mãos, as rédeas do charme, do encanto, fascínio e sedução!

Quem apagou o brilho se seus grandes olhos límpidos, negros, e esfuziantes? Que nos fuzilavam uma e muitas vezes? E agora, semi - cerrados, com grandes olheiras de guaxinim com febre amarela.

Quem foi capaz de fazer isso Day?

Day, quando o assunto é nossa felicidade, “quem não tiver mais pedras, que se atire”, reaja!! Esse é o segredo meu anjo de mel.

Vem , anime-se, vamos tomar um ônibus para o Jardim Botânico, sentir aquela brisa deliciosa de outrora, lembra? Correr atrás dos pombos, jogar conversa fora, ligar pra tua amiga Dora, tomar um sorvete de amora...

poesiasegirassois.blogspot.com

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"ILUSÕES!

“ILUSÕES”

Pensei que era possível...
Mas me decepcionei...
Ao tentar ser razoável...
Muita lagrima derramei!!!

Procurei os meus castelos...
E não posso diser que os achei...
Procurei a mulher dos meus sonhos...
Mas não a encontrei!!!

Andei pelas ruas do futuro...
Mas só tropecei...
Vi-me sozinho em cima do muro...
Entre todos os fantasmas que eu mesmo inventei!!!

Chorei lagrimas sentida...
Da farta invenção da mente...
Olhei para o caos da minha vida...
E me senti doente!!!

Arrependi-me das ilusões...
Desculpei-me com o passado...
Abandonei as decepções...
E acordei de fato!!!

Foto de housy

Meu querido....

As grandes amizades, os grandes sentimentos, os grandes amores perduram no tempo e pelo tempo.
Deixar que o tempo eventualmente, como sempre faz, reduza coisas à verdade dos sentimentos torna-as indesmentíveis ontem e hoje.
Disso é a prova desta carta... com alguns anos, mas tão actual na sua essência como só o conseguem ser as coisas reais.
LC
....................................................................................

Meu querido...,

Podia dizer-te que estou a arrumar algumas coisas no pc e que dei com isto e que me lembrei de ti e... e... e...
A verdade é transversalmente diferente: lembrei-me de ti e fui procurar-te dentro do meu pc. Apeteceu-me falar contigo e ainda tive o telefone na mão.... mas não o fiz. Não me perguntes porquê mas pensei que, talvez, não te importasses de me ler.

Tive saudades tuas e a arrogância suficiente de pensar que também as tenhas tido minhas. As fotos que te envio são pedaços de uma felicidade que é feita de um somatório de momentos .... "lugar comum" o que acabo de dizer, mas é assim .. é mesmo!
Os momentos contigo, fazem parte desse tempo. Continuam inteiros... como se tivessem sido ontem.
Soubemos misturar sexo, carinho e amor... e separar uns dos outro ... ou mistura-los em momentos consecutivos, por vezes com segundos de diferença. Soubemos fazer do corpo o deve ser... uma extensão de sentimentos. É esse o encanto e a magia que encontro em ti.

Não sei onde estaríamos hoje se não tivesses ido a Málaga naquele dia. O que sei é que se esse dia não tivesse existido, talvez não estivesse hoje aqui a escrever-te. Ambos ficamos mais "ricos"um do outro ... ficaste em mim, por todo este tempo que já nem tempo tem ... mesmo que te quisesse tirar daqui. Não o vou sequer tentar, nunca! E se eu tivesse a mínima dúvida de que o que estou agora a dizer, te feriria nunca mais o ouvirias de mim.

Infringimos alguns códigos da "moral clássica". Nunca infringimos os nossos códigos e ( por ti também falo) fomos fieis a nós próprios, sempre! E a maneira como agimos um com o outro não quebrou nenhuma dessas regras.
Tomara a "moral clássica " .... !!!! Não juro, até porque não tenho que o fazer mas meu querido, acredita, que todos os dias em que voltei para ti vinha ... inteira!

Histórias "iguais" a esta estão contadas por aí, mas nenhuma é a tua nem a minha. Esta é só uma confissão que serve para fundir "coisas" de qualquer maneira na consciência e no desejo de cada um de nós.
Por ironia, disse-te aqui o que provavelmente não te teria dito ao telefone.

Hoje tudo é diferente, já te quis ter sabendo que nos teríamos como mais ninguém... mas também que nos voltaríamos a ter no desencontro das coisas.
Se alguma vez nos voltarmos a ter será da forma antiga. Afinal, daquela que sempre funcionou connosco... onde todas as teorias caem por terra e nos possuímos sem querer que mais ninguém possua o outro....

Não te zangues com o que te acabo de escrever, mas se o fizeres não te esqueças que ninguém se gosta enquanto não se zanga pelo menos uma vez ...

Acabo por aqui, porque se faço mais algum comentário sem conseguir chegar a lado nenhum, fico aqui para sempre.........

Um beijo

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