Enviado por P.H.Rodrigues em Qua, 23/12/2009 - 22:11
Já disse ser impossível.
Não consigo acabar com a tormentar
Sem que escute sua voz, para me acalmar.
És tu que me mostras o caminho
e é por ti que não desisto do que trilho.
Teu sorriso me move, me faz escalar,
a mais alta das montanhas, e o infinito conquistar.
O que posso eu lhe dar em troca?
Seria meu amor capaz de lhe suprir?
Zelo para não lhe ferir.
Enviado por P.H.Rodrigues em Qua, 23/12/2009 - 21:53
Sinto-me triste.
Não vejo nossos reflexos no espelho.
Sinto-me um papelão, largado, desamparado.
Totalmente degradado e amassado.
Sem o reflexo teu, não consigo eu
encontrar razões para admirar,
as metamorfoses simplórias diferenciais,
pequenos detalhes e toques especiais,
dados pelo Universo a nós, em dias normais.
Encontro-me em uma peregrinação.
Sem hora ou dia para acabar.
Na busca do reflexo meu, junto ao teu.
Para queimar-mos o fogo nosso da paixão.
Amor, diga-me uma palavra, que lhe dou um verso.
Amor, diga-me uma frase, e lhe dou uma poesia .
Meu bem, diga que me ama, e me dê um teto.
Enviado por HELDER-DUARTE em Qua, 23/12/2009 - 01:07
Contentamentos! Sim! Sem maus ventos!
Sem tempos, nem tormentos!...
Neste meu pintar, de quadro.
Neste meu escrever, no quarto.
Assim pinto e escrevo, a minha alma!
Sem, que mal me faça perder, a calma.
Pinto dor!... Amor!... Verdade!...
Lealdade!... Caridade, sem idade!
Pinto... Com palavras e não com pincéis
Nem tão pouco, nos dedos uso anéis!...
E pinto uma pintura de escrita, à tarde!...
Que vai ficar, para sempre pintado...
No tempo e no não tempo. Não será, pois apagado.
Este meu quadro, lindo, sem idade!...
Ele fica fora, também do tempo...
Para meu, vosso, contentamento!
Sim! Povo do tempo e do amar...
Povo dos séculos e não séculos;
Povo dos milénios e fora d'eles.
Povo! E Deus dos tempos e sem ventos...
Assim pinto, meus e vossos contentamentos!...
Que a magia do natal, encante nossos
Corações, renovando e mantendo eternamente
Viva dentro de nós a chama da fé e da esperança...
Que possamos ser emanados por sentimentos
De Paz, Saúde, Amor e que nosso caminho seja
Iluminado com a Divina Luz
Do Mestre Jesus...
Que o ano de 2010 nos traga esperanças na
Concretização dos nossos sonhos e que a Paz
E o Amor sejam perenes em nossas vidas e no mundo.
Deus nos abençoe!
Feliz Natal!
Próspero Ano Novo! Feliz 2010!
Elias Akhenaton
* Meus agradecimentos a todos meus amigos poetas que com suas obras me presentearam durante este ano de 2009, encantando-me com leituras indeléveis ao meu coração. Igualmente, agradeço a todos meus leitores pela companhia e sobretudo pela lealdade, o meu muito obriGADU.
Estarei ausente esses dias, retornando no dia 05 de janeiro de 2010.
Deixando pegadas na areia,
Assim quero caminhar,
Em passos leves e suaves,
Com nada a se preocupar.
Caminhando sobre a areia fina,
Pisando em delicados grãos,
Sentindo que abraçam meus pés,
Caminho delicadamente,
Quero caminhar em passos solitários,
Refletindo sobre a vida,
Como quem flutua com a brisa,
Caminhando na areia a passos leves
Olho para trás,
Vejo meus passos solitários,
Que deixei na fina areia,
Cujos grãos meus pés moldaram,
Ao olhar, se engana quem pensar,
Que meus solitários passos,
São sinônimos de abandono ou solidão,
Pois estou bem acompanhada, nesta minha caminhada
Acompanha-me em pensamento,
A cada passo, a cada movimento,
“Meu amor”, que por capricho do destino,
Não pode na mesma areia, suas pegadas deixar,
Impedido, de junto a mim caminhar,
Na fina e delicada areia,
Não pode o “Meu Anjo”,
Seus passos junto aos meus moldar!
"Poesía es lo imposible
hecho posible. Arpa
que tiene en vez de cuerdas
corazones y llamas.(...)
(...)Poesía es la vida
que cruzamos con ansia
esperando al que lleva
sin rumbo nuestra barca."
_Frederico Garcia Lorca_
"Prólogo_Poemas Soltos_1918"
By Metrílica ;-*_para Aníbal Minotaur_dezembro de 2009.
Vivia no meu conto imaginário, de aventura e solidão,
Sonhava com aquela história de criança, onde reina o perdão,
Se vive de ternura, cumplicidade e compreensão...
E se aprende a dizer sim em vez de não.
Depois acordei, deparei-me com a realidade,
Deixei de sonhar e desejar,
Pois quando conheci a triste verdade,
Parei de acreditar...
Percorri o meu caminho, desapontada talvez,
Mas a sombra do meu sonho, me alertava...
Após aventuras e desventuras, decidi parar de vez...
Parar de procurar, de querer, de sofrer ao sonhar com quem não me amava...
Até que no meio da multidão te vi..
Nada desejei, nada procurei... Tudo temi..
Teu sorriso, teu calor, teu coração,
Ofereceram-me protecção, encheram-me de emoção...
Agora a teu lado, vivo o meu sonho de criança,
Encontrei a ternura, o amor e o perdão.
Aprendi a partilha, a cumplicidade e a esperança...
Agradeço-te por teres feito de mim. alguém que recuperou o seu coração...