Pensamentos

Foto de Gui❤Lari

Ansiedade

Pensando no amanhã
Não durmo direito
Insônia porque me persegues
Que te deste esse direito
De tirar minha paz

É onde me pergunto
Como não se desesperar
Se os minutos se transformaram em horas
E os sentimentos se multiplicaram
Instantaneamente

Palavras e fotos já não bastam
Para conter a ansiedade
De te la ao meu lado
Perdido em meus pensamentos
Já não respondo por mim

Viajo nessa maravilhosa loucura
Que é te amar
Imaginando o encontro de nossos corpos
Perco-me nessa sua timidez fascinante
Embriagando-me de prazer

Que os nossos olhos falem
O que os lábios não conseguirão dizer
Vai saudade atropele o tempo
e nem que seja por um momento
nos coloque frente a frente

Vento seja companheiro
E traga pelo menos o cheiro
Afastando o desespero
Que já não consigo conter
Detenha-me se for capaz

Pois já perdi a razão
Levado pelo coração
Só penso em amar você
Te quero e preciso
Venha logo e mata me de prazer

Foto de Siby

A magia de uma canção

Ao ouvir uma inesquecível canção,
Ela nos faz sair do rumo do caminho,
Nas palavras nos faz sentir o carinho,
E trilhar as veredas da recordação.

O poder e a magia de uma canção,
Aquela que faz voltar os pensamentos,
Para algo, alguém ou bons momentos,
Momentos vividos com intensa emoção.

Quando o passado ficou na história,
Aquela canção que esteve presente,
Para o futuro se eternizou na memória.

Lembranças marcadas por uma canção,
São relíquias achadas no baú da memória,
Que tocam fundo a alma, razão e coração.
(Siby)

Foto de leila lopes

mais uma noite

estou perdidas em pensamentos
num vasto mundo meu
a noite chegou ,hoje não tem estrelas no céu
uma chuva fina trazendo uma brisa suave
acalma meu coração
há meu coração
ele é guerreiro ele é valente
bate tantas vezes por dia
bombeia todo sangue de minhas veias
me mantém viva
não sei quantas vezes um coração
pode amar alguém
não sei quantas vezes durante a vida
a gente tem aquela sensação
quantos eu te amo você pode dizer .
quantas decepções você pode ter
mais sei que o amor e o sentimento
mais sublime que pode existir
não serei nunca descrente do amor
nem vou me tornar cética
quero poder dizer essas palavras
sei que um dia eu o farei
mas só a quem o merecer
não jogo ao vento meu amor
quer o meu amor ?
me conquiste!
mais faça isso diariamente
um amor
não se rega com lagrimas
e se chorar que seja de prazer
há coração valente
que turbilhão de sentimento a dentro de você
nesse momento
ele bate descompassado
segue o ritmo do seu corpo
respira fundo
deixa o ar entrar em seus pulmões
é só mais uma noite!
quando o dia amanhecer
deixa os raios do sol tocar sua pele
absorva deles toda a energia que puder
e diga para si mesma
estou viva
não deixe que o mundo passe por você
sem nem o perceber
passe você pelo mundo e faça com que nunca te esqueçam.

Foto de Francisca Lucas

Meus pensamentos...

Na dança suave
Dos meus pensamentos,
Sou apenas uma pobre ave...

Que triste voa a procura de um lugar,
Onde possa pousar e descansar
Este sofrido coração!...

( Francisca Lucas )

***

Foto de carlosmustang

ESTRELAS

Sempre tentando ser o melhor
Amar bem, transar mais gostoso
Alimentando o desejo de ser inesquecível
Viver cada vez agradavelmente

Almejando ver-te maravilhosa no meu ser
Correndo atras de todo conforto para você
Sem medo de ser feliz, estasiar-te, de existir
Fazer-nos nesta rua um casal como é pra ser

Mas tirando meus pensamentos humilhados
Fracassados, indignados, revoltados
Dificulta ate gostar de mim, um bom ser

Apesar da negação plena do seu Amor
Pude te amar completamente, num momento lindo!
Sem perder essa sensação eterna...

Foto de Edilson Alves

O NOME NÃO DIZ TUDO

Em um final de tarde, estando eu, a passear pelas rua do Recife, fui atraído por um vendedor de livros. O sujeito começou a me mostrar os livros mais antigo, percebendo o meu interesse, abriu um grande baú, de onde tirou vários títulos.

O titulo que me chamou a atenção foi “ESPALHA BRASAS”de um escritor Paraibano de nome José Cavalcante. Folhei-o lentamente, e dei de cara com os seguintes versos:

Eu sou José Cavalcante
Conhecido por Zé bala
Moço, fui bicho elegante
Velho, foi-se minha gala

Mulher a de pouco siso
Que me chamam de pidão
Eu peço por que preciso
E elas porque me dão.

Comprei, paguei cinco reais por uma obra tão rara, esse é o valor do escritor brasileiro.

Continuei meu caminho, vinte minutos depois, esteva na praça dois irmão, eis aqui um lugar que deveria ser cuidado pensei! Cuidam nada! esses caras querem, é só gastar o dinheiro do povo. Isso eu só pensei, quem repetiu meu pensamento, foi um jovem casal que passava ao meu lado. (até parecia que lia meus pensamentos).

poucos minutos depois, estava assentado em um antigo banco de metal, debaixo de uma grande arvore.

Em vão procurei algum fruto, afim de identificar a arvore, isso mesmo, frutos, só identifico a arvore pelo fruto, e isso não é um principio bíblico, é falta de conhecimento mesmo. Se tem manga, repito: essa é uma mangueira, se eu vejo goiaba, já a identifico imediatamente como sendo uma goiabeira, e da ir por diante.

Não vi fruto, valia a sombra.

Fui a leitura, agora com mais calma, sendo interropindo as vezes, por uma mãe raivosa.

-sai daí menino, deixa o animal quieto!
-mãe, ele quer me morder!

Lia, e absorvia cada pagina!

Eu sou um tipo de animal que não morde crianças. Ou mordo?

Cinco minutos de pleno silêncio. É nesses momentos que me transporto de um lugar a outro com facilidade.

O pensamento cria asas.

Passaria o resto da minha vida ali. Aquele banco de ferro, ou era de bronze? Não sei. Só sei que faria dele o meu mausoléu, tal qual Manoel Bandeira. Percorreria as mesmas ruas. Visitaria aquela criança doente. "Em uma casa, a mãe embala uma criança doente".

Faria uma reforma na "Ponte Buarque de macedo, indo em direção a casa agra" E como Augusto dos Anjos, "Assombrado com minha sombra magra"

Construiria a minha tese em cima dos versos de Mario Quitana.

Todos aqueles que atravessa meu caminho
Eles passarão
Eu, passarinho.

Ou simplesmente releria as ultimas estrofes de Zé Cavalcante:

Eu peço por que preciso
E elas por que me dão.

Tudo seria possível, se não fosse aquele grito, que parecia vir do além.

Cruel, ou Cruel! Vem aqui por favor!

Fui tentado a sair do meu transe momentâneo, e me transporta a vida real.

O grito de alguém, chamando outro alguém, eram insistente, Cruel, ou Cruel.

Fui forçado a me virar. Mais não fiz isso de forma brusca, agi como que estar em câmara lenta, estava mas curioso em saber quem era Cruel, do que, em quem chamava.

Seria algum animal? se fosse, o animal, seria da raça Pit-Bul, sendo assim, seria melhor eu ser cauteloso em meus movimentos.

De repente, passa por me um jovem, não era do tipo negrão, Galegão, ricardão. Era apenas um jovem.

Era magro, muito magro.

fixei meu olhar naquela figura. Seus traços finos, voz suave. No seu andar, tinha a leveza da brisa. Mãos na cintura. Caminhava devagar. Quase parando.

Chega até sei interlocutor, poe-lhe a palma da mão no ombro, sacode a cabeça e pergunta:
-Que queres?

Passavam das seis horas.

Levantei. Sair caminhando lentamente, enquarto pensava:

O nome não diz tudo.

Foto de João Paulo Victor

O Mal de se estar só

O Mal de se estar só, não é o fato de se sentir só...
O Mal de se estar só é poder ouvir com mais clareza a voz do subconsciente... É passar a conviver com o nosso verdadeiro eu, Desmistificando quem fingimos ser.
O Mal de se estar só é Deixar de lado a mascara usada durante todo o cotidiano. Mascara usada para diversos fins; fingir, mentir, sorrir, entre outros.
O Mal de se estar só é Externar de forma incrível quem literalmente somos, onde passamos a viver não mais oculto em nós, mas de maneira explicita, na sina de sermos amigos de nós mesmos, caminhando juntos, lado a lado, de forma que nossos pensamentos pareçam sussurros ditos em nossos ouvidos.
O Mal de se estar só é poder ouvir o estrondoso eco, Daqueles intensos sussurros sempre que nossos atos são mencionados por nossos pensamentos.

João Paulo Victor (JP)

Foto de Arnault L. D.

Catavento

Ouça a canção do vento,
pelos poros, nos cabelos,
na pele em pelos fixos.
No frio, o gelo enfrento,
o som dos lobos, apelos,
uivos, ressoam prolixos...

Largo dos pensamentos
e bebo a canção.

Quero a mão fria do vento
acariciando o rosto,
mexendo ao desalinho.
Cura às dores, unguento,
ao fel um doce mosto,
em pouco, só carinho...

O estar sentir sozinho;
ouvir a canção...

E existir com ele, ser,
fazer parte na inércia.
Por todos os sentidos
o sopro a me envolver,
desfalecer a consciência,
eu e o vento resumidos.

Foto de Arnault L. D.

Ave noturna

Céu infindo noite adentro,
nuvens marmorizam a vastidão.
E entre suas rajas entro,
deixo levar pela imensidão.

Seguindo as formas mutantes
das nuvens, libertas, nos ventos.
Soprados, faço semelhantes,
o peso dos meus pensamentos.

E ignoro a existência,
dopado, rendido ao céu.
busco “ovns”, indulgência
da ignorância num carrocel...

Gira solto, o universo;
e eu, ínfimo e siderado,
a cismar em forma de verso
o meu rascunho, desvairado.

Uma ave noturna passou!
Me tomou de meu devagar
ela foi... suas asas levou
e despertei, imerso no ar...

Foto de Fernanda Queiroz

Uma história de amor

A noite cai suavemente, o sono não vem, Porque uns dias são mais difíceis que outros?

Tentei ocupar minha mente em vão, teu rosto sobrepôs e depôs as tentativas, pensei que a noite calaria meu pranto, que a maciez dos lençóis embalasse meu corpo cansado mutilando meus pensamentos, mas não houve trégua.

Não preciso ir até a cômoda onde guardo minhas relíquias para rever tua foto, teu rosto esta cravado em minha mente, de uma forma tão presente que sinto poder tocá-lo, minhas mãos tateiam sozinhas como se procurassem as tuas, mas não as encontro, parecem tatear nas pedras negras de meu desespero.
Letra da canção do Filme Love Story sopra em meus ouvidos “Quando eu te encontrei, eu não pensei que um grande amor eu fosse ter, eu que só tinha amargura em meu viver e que já estava tão cansada de sofrer, vivendo só.”

Nada nunca me soou tão verdadeiro, você despontou em minha vida como um raio de sol, trazendo todas as cores da natureza, sons e belezas. Era um acordar exaltado, um sorriso velado um trabalho apressado e encontros marcados onde o relógio pulsava tão rápido como nossos corações e o tempo se ia, o dia amanhecia trazendo alegria e se as lágrimas brotassem você as secava, se o sofrimento jorrasse você o estancaria com tua suave melodia impondo curas as amarguras.

“Quando eu te encontrei, lendo em teus olhos eu fiquei a imaginar, que o meu mundo tu virias alegrar, que eras tudo que eu queria encontrar”
E foi assim... Mágico... Verdadeiro... A risada brotava sem que eu pudesse impedir, os olhos negros como a noite tinha o brilho das estrelas o andar parecia um embalo ritmado pela nossa coletânea, cabelos soltos ao vento que em declínio das grandes colinas, calçada de patins, parecia uma bandeira em haste, blusa gotejada de sorvete e boca lambuzada, sabor de chocolate, sabor de teus beijos ansiados.

“Meu coração... eu te entreguei. Me deste a vida enfim... me deste amor... me deste a razão para viver... me desde paz...”

Preencheste tudo, intensa e completamente... Pensamentos. Atos. Ações... Despertaram todos os sonhos postados, toda alegria não vivida de uma alma sofrida, entrou como um furacão não usando tua força em estragos, mas para cravar profundos alicerces que desafia a força de Sanção, brotou sementes que produziriam nas mais engrene rochas, calçou de sonhos minha alma peregrina, vestiu de branco meu corpo moreno, relutante em se entregas as emoções entorpecentes dos pensamentos, fez-me correr para o eco do penhasco onde gritar teu nome e ouvi-lo de volta era a certeza que você existia.

“E onde quer que eu vá irás comigo... nos sonhos meus... na minha mente... eu não irei só... comigo irás também...”

Não há como medir um grande amor... Um sentimento de paixão... Todas as raízes que escravizam nosso coração... é assim que eu sei te amar... Nem meios ou mais... Intensamente e completamente.

A música do filme Love Story , é como acordes agudos que tocam em meu coração, sem piedade ou ilusão.

Diga-me... Como esquecer alguém que gosta de flauta... de me olhar como se tivesse me inventado...e de mim...

Fernanda Queiroz
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