Sempre

Foto de Lucianeapv

DOIS CORAÇÕES...

DOIS CORAÇÕES...
(Luciane A. Vieira – 27/05/2011 – 11:18h)

Quando dois corações buscam a união
Estão, em si, buscando a coesão de
Idéias e ideais...
Nem sempre dá frutos...
A vida tem seus próprios caminhos
Mas o ser humano precisa de
Amparo e amor
Buscando em si a concórdia
E a serenidade...
Muitos caminhos aparecem
Mas nenhum é completo e
Seguro... Todos eles têm
Seus impedimentos e
Podem fazer doer o peito,
Mas, também, pode trazer,
Em si, a paz...
Que a junção de dois corações
Traga de volta a realização
De sonhos e que a luz
Volte a reinar nos
Pensamentos...

Foto de betimartins

A arca dos sonhos da nossa criança... ‏

Era uma bela criança que corria
livre, solta, dançando ao sabor do vento
sorrindo, cantando com o coração ao rubro
como somente uma criança sabe fazer...

Ela viajava ao mundo dos sonhos, reais
nos seus sonhos, maldade não existia
dor, guerra, falta de amor, fome
não era real nem sequer em pesadelos.

Ela sonhava com um belo mundo
um mundo de amor, cheio de luz
anjos, correndo felizes fazendo tropelias
belas magias nos corações endurecidos.

Não existia escuridão, nos sonhos das crianças
a luz era bela, clara, transparente como cristais
tudo era perfeito, nada estava ao acaso
cada flor, cada rio, cada montanha...

Era um paraíso de bem estar, existia respeito
pelos seres que partilhavam a beleza do momento
e como era belo o seu sonhar de amor
e este menino mágico tirava da arca dos sonhos!

Todo o amor que brotava de seu coração, semeando
em cada momento a sua ilusão, esperança
trazendo vestida a paz, dentro do seu coração puro
sempre pedindo a Deus que nunca acabem os sonhos...

Que trazem dentro do seu peito apertado e aguardado
a maior e mais bela arca de sonhos, alguma vez imaginada
onde jamais acaba o amor, a bonança e a sua real paz
de menino feliz e contente e o filho do amor universal....

Betimartins

Foto de Leidiane de Jesus Santos

Equilibrio

Eu estou tentando perdoar
E a me perdoar principalmente
Não por causa dos meus erros
Ou porque me arrependa de algo.
Mas para continuar caminhando
Para continuar amando
Para entender a mim mesma.
Sei que pode levar um tempo
Um tempo para que eu entenda
Que nada nesse mundo é para sempre
E que o sentimento de tristeza
E de dor não é permanente.
Mas isso depende de coragem
Para enfrentar os fatos
E não ter medo de mudanças
Se entregar as transformações
Causadas pela superação.
Sei que não é e nem vai ser fácil
Manter-me em equilíbrio
Mas às vezes perder o controle
Faz parte de uma vida Equilibrada.
Só não quero viver perdida
Sem direção para sempre
Pois todos tem o seu proposito
Todos tem um lugar a onde repousar.

Leidiane de Jesus Santos.

Foto de Marilene Anacleto

Sonhos de Areia

$
$
$

Pretendeu tudo fazer certo
Praticando com areia
Fez-se avesso do universo
E caiu na grande teia

Objeto absoluto: nada
Na beleza não se faz
Queria o saber da fada
Pediu algo demais

E sendo de si rainha
Nela se infunde terror
De, na vida estar sozinha

Procurou sempre o amor
E sempre fugiu do sol
Encontrou somente dor.

Marilene Anacleto

Foto de Arnault L. D.

Estatua Branca

Na beira de um estrada, aonde a grama se perdeu entre ervas daninhas, existe uma estatua branca. Agora nem tanto... Porque a Lua e o Sol seguindo a cruzar o céu, muitas, e muitas vezes, datas, anos, décadas, a tingiram de tempo.

Ela retrata um lindo rosto... com o olhar cheio de amor. E uma história, triste, que ninguém mais sabe, ou quase.

Figura alguem que fora muito e muito amada, e por estocadas, cuidadosas, de cinzel, este amor foi eternizado, talhado ao mármore frio. Uma ternura tanta, que não deixa espaço à duvida, e fala em voz alta, ser obra de quem lhe dedicou este amor.

E esta entrega foi tão linda e sincera... Que até mesmo os ateus veriam nela algo de divino.
Mas, infelizmente, acontece que o divino e o humano, são coisas distintas.... E ela se foi.

Além do amor, existem outras riquezas, riquezas estas que o homem do cinzel não possuía.
Mas, que um outro, sim.
E ela escolheu, e se foi.

Para ele, restaram aqueles olhos na pedra fria... talhada e branca, para mesmo assim teimar em pedir:
_ “...Volta, volta amor... !”
Mas, apenas a loucura respondia....
E repetiu por tanto tempo, que o tempo passou..., que o tempo acabou.

Quanto a ela, longe dali, muito longe... descobriu que o preço das “coisas” é sempre em metal, mas, o valor... não. Certos valores são incalculáveis. São pagos por primícia, presentes de Deus, coisas de divindade...

E muito rica, constatou esta verdade, e que sempre, não é para sempre. E envelheceu.
Para ela o tempo passou, na certeza gélida das coisas incompletas... Seus olhos nunca mais foram como na branca estatua.... Aquele olhar, aquele amor; preterido, diminuído...

E o tempo passou, e o tempo acabou...

Lá na beira de uma estrada, onde a grama se perdeu. Existe uma estatua branca.
Dizem que as vezes, quando o luar compete com as gotas de chuva, quem passa por ali, se prestar bem atenção, pode ver quando a agua a banhar o pálido rosto, empresta-lhe um pouco de vida, na forma de lagrimas...

Por seus olhos a chuva chora...
Na espera de um antigo amor, a pedir: Volta, volta...

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Minha Elis – Parte 1

O ano era 1996, para variar. Eu morava na favela com a minha família. Não havia muito o quê fazer. Na televisão, tinha a Xuxa, a Sandy, a Maria do Bairro, e, diferente das outras casas, na nossa elas não faziam muito sucesso. Nós recortávamos tudo aquilo que sabíamos que não tínhamos dinheiro para comprar, e colávamos num papel para pendurar no único armário da casa, de duas portas e metro e meio, pouco mais que uma fruteira. Mas a maior diversão não era essa. Meu pai fazia uma espécie de rádio de um hipermercado no centro da cidade. Quando havia alguma promoção, ele trazia o máximo de coisas possíveis para a gente. E também tinham os discos. Todos dele, material de apoio para o trabalho que apesar de desdenhar em certo ponto, ele fazia com competência extrema. Mas a realidade não era tão boa assim. Mas meu pai era bom no serviço, e sacana no lar. Quando eles se separaram, foi um alívio. Mas, com o litígio, perdi em certa medida a melhor parte da minha modesta, porém digna bagagem cultural. Meu pai é ator, tem como base da carreira o movimento da tropicália. Ouvíamos a MPB, como ela é rotulada, todos esses artistas consagrados, de Caetano a Gil, Raul a Tim, e principalmente Elis Regina. Minha mãe cantava quando nova e mesmo sem grandes lucros, chegou ao profissionalismo. Sempre vi a imagem da minha mãe relacionada com a de Elis Regina. Era como se uma existe em função da outra. Era assim, na época em que me dei por gente.

Com a separação, perdi o contato com a obra de Elis Regina. Minha mãe era reticente quanto ao resgate desse conteúdo; era momento de sobreviver, e não pensar em música. Mas Elis, no meu âmago, foi ganhando o status de lenda. Elis morreu em 1982. Evidente que a imprensa, sem material novo, já não dava a mesma repercussão ao trabalho da cantora. Eu queria Elis. Sempre quis Elis, com o perdão da rima fácil. Quanto menos tinha, mais queria. Volta e meia se preparava um programa especial de televisão ou rádio, e lá estava eu assistindo. Foi assim até 2008. Nessa época eu já trabalhava. Na internet, procurava músicas e dados biográficos de Elis. Não sou o maior seguidor de Elis Regina, nunca fui, mas não me ligo nisso. O que sabia era que a artista me fascinava e queria o máximo possível de informações dela.

Um dia, já em 2009, no caminho da minha escola encontrei um desses camelôs que vendem música pirateada. Estamos na era do MP3. Nunca me importei muito com compra de discos, até os falsificados são caros demais para meus parâmetros. Perguntei se tinha Elis. O gaiato me mostrou três discos, segundo ele, a coleção completa. Tinha tudo mesmo! E era por uns vinte reais. Desnecessário dizer, amigos, que duas semanas depois cometi o

que considero até hoje um “crime famélico”. Era isso, ou então empenhar tempo e esforço numa gigantesca extravagância financeira. Acreditem que não me arrependo nem um pouco com essa decisão.

Com a compra da discografia de Elis, vi que tinha adquirido também uma enxurrada de música brasileira de alta qualidade. Já escrevia, e influenciado pelos compositores que trabalharam com ela, tive um salto no teor das minhas criações. Percebi que Elis não era só sua música, era a história do meu país acontecendo diante da minha sensibilidade. Era questão de tempo até que fosse lembrada nos meus textos.

(Continua...)

Foto de betimartins

As pétalas perfumadas

As pétalas perfumadas
Beti Martins

Passei num belo jardim, colhi rosas, diversas, ali esquecidas
Algumas delas com muitos espinhos, agrestes, secas, sem cheiro
Outras, rodeadas de belas pétalas, suaves, delicadas e perfumadas
Eram tão belas que na minha alma ficaram cravadas e guardadas...

Eram as belas, rosas do amor mesmo aquelas que estavam secas
Outrora, elas foram também belas, perfumadas e amadas
Assim como as nossas almas, serão para sempre perfumadas
Quando exalam amor, fraternidade, bondade, esperança e humildade...

Algumas dessas rosas certamente terão espinhos e vão te picar certamente
Algumas delas, bem cravadas direito no teu pobre coração, magoando-te
Que alguns dos teus irmãos confusos e sempre sofridos te implantam na alma...

Não importa, se manteres dentro dela, sempre vivo os delicados perfumes do amor
Pois em qualquer eternidade, eles serão colhidos e derramados pelos belos anjos
Como as belas sementes, os pedacinhos do céu e do meu coração para ti, meu irmão...

Betimartins

Foto de Edigar Da Cruz

PARA MINHA AMADA

Posso te chamar assim de noiva agora ! Bom vida a vida e um crepúsculo de momentos, e nesse prefacio de momentos que devemos não ser o melhor de todas as pessoas ou ser a superior e tal, mais ser a pessoa sensível nas palavras que saem na língua ou nos versos e prosas, das palavras escritas são elas nossos guias nossa meta na vida e única a mostra o DNA do melhor de si! Nunca o superior a si..pois deus tem essa função a ele mesmo..e assim que eu sou e sempre serei, eu falo de amor e paixão...e passo o que sinto a todos !e aos meus amigos virtuais e reais ..que mesmo colegas e amigos mesmo falsos os reais ..respeito sempre..olha cada poema olho vejo e sinto e sei o que devo escrever e sua força no canto do meu blog e lindo sempre tem uma estrelinha linda lá quando eu vi escrito AMIGOS falei e AMIGOS E FONTE DA VIDA..e foi que eu fiz e perfeito pela fonte de sua vida ..da minha vida de cada um de nós
SEJA SEMPRE BEM MAIS MINHA
MEU NOME E EDGAR como cod nome DON JUAN foi um apelido dotado por mim sei La minha namorada e noiva ,me chama assim desde o dia que a conheci e conquistei e todos os dias a conquisto mais sempre com uma surpresa, nova para renovar os VOTOS DE AMOR E PAIXÃO
Ela é tudo para mim

Autor: Ed.Cruz

Foto de Melquizedeque

Poetiza

Certa lembrança rasgou dentro de mim os meus diários indeléveis
Vi nas ruas o reflexo de cães melancólicos que vagavam em infinita jornada
Fui banhado por ondas catastróficas de águas salgadas, ao sentar na sarjeta de sua rua
Lembrei de tempos passados em que me recolhia no calor de seus seios
E um bilhete rabiscado recebi de um mensageiro indecifrável

Olhei o papel envelhecido pelo tempo, e sua letra ali estava quase recém escrita
A dor da morte em meu peito apertava e aquela lembrança me remoia
Pensar no tempo em que te amava, mesmo um amor não consumado
Refazia minhas fábulas e cada personagem que eu vivia
Sempre herói tu me fizeste ainda que tão fraco e impotente

Aquela manhã jamais esquecerei... Quando acordei com imensuráveis sentimentos
Não havia forma alguma que minha mente entendesse, mas fui tomado de energia
Corri enlouquecido sem saber o rumo que tomara, não parei em nenhuma esquina
Não sei dizer se cheguei dormindo ou acordado, mas vi você na calçada caída
Na frente de sua casa uma multidão lhe rodeava. Fui banido de ver o que ali ocorrera

Eu sabia muito bem do que se tratava. Percebi que seu respirar eu já não mais sentia
Sua ida foi acompanhada de um crepúsculo fulgurante. Minha poetiza havia partido
Sem haver despedida, nem último beijo foi-se para o reduto onde nascem as palavras
Talvez um dia eu me torne eterno como tu, ou eu seja enterrado no olhar daqueles cães
O escuro hoje é meu aposento que resguardo meu lamento junto com a melancolia.

(Melquizedeque de M. Alemão, 26 de maio de 2011)

Foto de cnicolau

Noite fria

Mais uma noite que passa,
Mais uma noite que se vai,
Mais uma noite sozinho,
em um hotel qualquer.

Uma noite fria,
sem você aqui.

Uma noite solitária,
sem você aqui.

Porém,

Mais uma noite estrelada,
Mais uma noite enluarada.

A vida sempre nos da opções,
as quais escolhemos com nosso
próprio discernimento.

Qual você prefere?
A noite fria?
Ou a noite estrelada?

Note que sempre que estiver
triste ou sozinho,
você sempre tem opções.

Opções estas que irão fazer
você seguir a frente,
ou ir para traz.

Tristeza,
Escreva tudo que sente em um
pedaço de papel, chore, chore
muito, e depois solte-o ao vento,
e deixe que ele se va junto com
esse aperto em seu peito.

Alegria,
Viva, sinta todo dia, e deixe transparecer,
olhe para seu lado e veja tudo de bom
que a vida te oferece.
Veja como você é abençoado por Deus.

Não deixe que sentimentos ruins poluam
sua mente, mesmo quando você achar não
haver mais saída.

Grite, chore, corra, mas coloque tudo
de ruim que esta sentindo pra fora.

Acredite,
Vai te fazer muito bem.

Não se deixe abater, seja forte,
seja seguro de si mesmo, e nunca
desista das pessoas, pois elas não
desistirão de você.

Olhe não com os olhos, e sim com sua ALMA,
Sinta nao com sua mente, e sim com seu CORAÇÃO
Toque não com seus dedos, e sim com sua BONDADE

Deus te abençoe,

Cleverson Luiz Nicolau
26/05/2011

Páginas

Subscrever Sempre

anadolu yakası escort

bursa escort görükle escort bayan

bursa escort görükle escort

güvenilir bahis siteleri canlı bahis siteleri kaçak iddaa siteleri kaçak iddaa kaçak bahis siteleri perabet

görükle escort bursa eskort bayanlar bursa eskort bursa vip escort bursa elit escort escort vip escort alanya escort bayan antalya escort bayan bodrum escort

alanya transfer
alanya transfer
bursa kanalizasyon açma