Solidão

Foto de Diná Fernandes da Silva

Revendo a Vida

Revendo a vida

Revendo minha história, senti fome de mudanças
A coragem presenteou-me com um novo despertar
Rasguei velhas normas, poli os aranhões das andanças
Mas, a sede de amor entrelaçada na alma estar

Esta infinita teia que em mim se enlaça
Como raízes que estão sempre a germinar
No território chamado coração que só o amor alcança
Onde não há dor nem solidão que o faça recuar

Entre os desacertos renasço e o desejo avança
Do nada me refaço mesmo que venha a chorar
O vazio de alegria se preencherá, a alma se lança

Projeta-me para as mais longínquas estradas, a buscar
Aquilo que a vida ousou roubar-me ... A esperança!
Deixando a porta entreaberta para o recomeçar

Diná Fernandes
29/01/2010

Foto de Anderson Maciel

DESTINO

nada como dias de solidão em aperto de uma alma carente sedenta por um amor que nunca chega pois tem buscado a sultileza da alma e a carência do amor fere o coração bravamente com ataques fuminantes tragando para o desespero e levando a intrepidez de amar o que não é amor conhecendo pessoas entre delas o amor mostra algo sempre especial mais que sem um toque continua a mesma coisa pois nada poderia fazer quem não tem algo que o toque no intimo e com pessoas diversas passando por tua vida não sabes nem sonhas o que vai acontecer pois suas idéias não correspondem aquilo que acontece pois mais que busque algo não temos que conseguir a perfeição sem ter o conhecimento jurando que dias de pessoas diversas e nada mais que conhecer-te e poder ver o que tem de diferente não é o que falo faço ou ouço de você mais o que trouxe pra mim de você mesma pois a melhor coisa é quando a própia pessoa se demonstra quem é e isto você fez de uma forma que entre milhões de pessoas ainda não tinha visto em meus momentos de vida que ate acostumamos tanto que ao vermos algo diferente passamos a refletir muitas vezes em tudo o que fazemos de novo então de tudo isto conheci você com jeito meigo e simples foi me cativando sem saber eu que nada era como pensava pois sonhava com algo bem real e lindo que esperava acontecer mais nunca temos todas as respostas pra o que queremos sempre ficamos em dúvidas e isso você soube tirar de mim me juntando a você e me cativando fácil fácil ao ponto de querer te conhecer mais e mais pra formar algo também inesplicável pois tudo veio ao acaso e agora frente-a-frente estamos nós falando de uma coisa que aconteceu e que mudou a nossa vida o Destino. Anderson Poeta

Foto de Ayslan

O amor não pode Acabar

Olá minha fiel amiga, nós encontramos novamente tenho tanto a ti contar não sei por onde devo começar... Momentos, sonho, memórias não lembranças... Sim eu lembro, consigo sentir... Isso traz lagrimas aos meus olhos... Em instante percebo que é tão bom relembrar permitir que meu coração possa novamente nas lembranças acelerar, enxugar as lagrimas e timidamente sorrir... A tanta coisas para ti falar apenas não estão saindo direito... Estou tropeçando nas palavras que já não fazem sentido escrevê-las. Já não posso mais sonhar... O reflexo roxo dos meus olhos no espelho não mim permite ver o futuro apenas o passado onde tudo parecia ser perfeito... Minha amiga solidão é desta inspiração que mim nego a usar, prefiro sofrer sozinho e nada ti contar e nenhum coração apaixonado fazer com minhas palavras chorar... Onde você estiver meu amor lembre-se, nenhum amor pode acabar.

Para: Priscila

Foto de Peter

Solidão

Entre as ruas da tristeza
Perdido no vale da incerteza
Vagueando num mar de dor
Sem o rumo do amor

Nada, apenas solidão
Aquilo que destroí o coração
A dor transformada em sentimento
Aniquila qualquer contentamento

A solidão que elouquece
Esta alma que nunca te esquece
O desespero do ser
Procurando um novo amanhecer
Entre as trevas e a luz
O teu sorriso é o que me seduz

Não sei o meu caminho
Sinto-me pequenininho
Sem qualquer defesa
Poi eras tu a minha fortaleza
É contigo que tenho ego
Sem a tua luz fico cego

Caío do precepicío
E tento recomeçar do inicío
Um retorno penoso
Num caminho doloroso
Tento-me reerguer
Mas nunca te vou esquecer

Pois em cada noite apareces
Como uma maldição
Como uma cruz de preces
Em tempos uma benção
Agora uma dor constante
Retratada neste pesadelo vacilante

Eu tento saír da escuridão
É ai que está a minha esperança
De uma ressureição
E novos tempos de bonança
Um até nunca que se sente
Que ainda corta meu coração
É aí que vou buscar a força latente
A restia que sobrou
Aquela que ainda me dá eomoção
Que em tempos meu mundo desmoronou

Foto de Kathelen Cristina

Solidão!

Viver para que?
Se a vida já não possuo...
Já não sei por que vivo
Se nada mais tem sentido
Nada tem graça
Tudo é desgraça!
As pessoas eram seres pensantes
Hoje são seres ignorantes...
Estão querendo acabar
Com tudo o que neste mundo há!
Hoje nada mais faz sentido
Não passa de tempo perdido.
Ah! Se a vida pudesse ser vivida
E todas as pessoas sempre unidas.
O mundo seria diferente
E os dias seriam felizes para toda gente.
Mas como tudo está sendo em vão
Todos vivem em um mundo de eterna solidão!

Foto de Kathelen Cristina

Vida sem limite!

Há momentos em que
Preferiria estar na solidão
Pois a alegria já não mereço.
O mundo me nega tudo
E os outros me desejam nada.
A solidão se torna
Meu porto-seguro.
E tudo para mim
Torna-se escuro...
Os problemas não possuem solução
A alegria é em vão
Os dias não têm fim
E tornam um imenso vazio
E tudo se rebela contra mim...
Não há mais perguntas nem respostas
Nada tem mais sentido
Uma estrada sem inicio, sem fim...
Um além sem objetivos
Que não sabe por que existe...
Uma vida sem sentido e sem limites...

Foto de David--Ávila

Em Fim, Tristeza

Me perco em pensamentos
Tentando descobrir a razão de viver
Não encontro motivos
Que me leve às respostas.

Já fiz de tudo para mudar estes pensamentos
Mas a escuridão toma conta de minha alma
Não encontro a luz para me guiar
Pois me encontro em um abismo sem fim.

O verde dos mares já não está mais verde
A vivacidade das flores já não existe
As perfeitas cores do arco-íris desapareceram
Tudo ficou na escuridão.

O sorriso que antes era felicidade
Hoje tournou-se profundas tristezas
Perdeu-se o brilho e a beleza
Agora escondem a amargura e o sofrimento.

Felicidades somente em certos momentos
Logo passa e volto ao ponto de partida
No qual a solidão atormenta e persiste
Não resta-me nenhuma parte da força que eu tinha.

Constantes tristezas
Eternas tristezas

Sem forças e enfraquecido cada vez mais
Caminho com passos lentos sem respostas.

Foto de Paulo Gondim

Vala comum

VALA COMUM
Paulo Gondim
20/01/2010

Eu tento não me decepcionar
Mas vejo que é impossível
Desvio-me da realidade, arrisco um sonho
Busco acreditar na bondade humana
Talvez por pura inocência

O importante é o hoje. Não há futuro...
Como abrir mão de tanto consumo?
A felicidade tão efêmera se resume num cartão
Na porta do shopping, numa vitrine...

Valores e virtudes desapareceram
Família, amizades não contam mais
Primeiro, o falso conforto
Um telefone novo, uma roupa que nem se usa...

Aos poucos, se mergulha na solidão...
Os desejos são tantos, como são fúteis
Primeiro o “EU”, não há espaço para o todo
O egocentrismo virou religião

Acho que estou ficando velho
Pois não consigo entender tanta pressa
A vida não antecipa fatos, nem motivos
Ela corre lenta e nunca se estressa

Por isso, tento não me enganar
Com a falsidade de tanta oferta
E vejo em minha volta tanto vazio
Tanta mágoa, tanta solidão
Acabo na vala comum
Com a falta de paz e de compaixão.

Foto de Carlos Henrique Costa

Sinestesia

Vibra a ondulatória da sinestesia!
No rol das sobre linhas, uma canção!
Uma poesia, vinda da alma, do coração!
De um amor que ainda não se sentia.

Dentro do peito, uma triste solidão!
Algo que turva o sentido da alegria,
Mas ao ouvir essa tamanha harmonia,
Essa tristeza converte-se em gratidão.

Como é bom acordar de um pesadelo,
Apelo que rasga num mundo a vida,
Ainda que desprovida, desse zelo.

Ouve a melodia que escrevi perdida,
Escondida no porão frio em degelo!
Para enfim poder velo, de voz erguida.

Foto de ZAMY PESCi

AMIZADE

Amizade

O olhar é luz solar
O abraço acolhe todo frio
O riso lava a tristeza
Ao pegar na mão o medo torna-se serenidade
Transforma o concreto em campo florido
O desalento em alegria concreta
A solidão em múltiplos risos
O amor em amor puro
Assim
Sem cobrança
Sem intriga
Sem lamento
Sem culpa
Sem ressentimentos
Somente amar por amar

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