Poemas

Foto de Elias Akhenaton

TEU CORPO MEU DOCE PECADO

Teu corpo é meu doce pecado
Onde sacio meus desejos e
Minhas fantasias....

Como é gostoso beijar
Teus lábios sedentos
E todo teu corpo,
Sentindo teus poros arrepiar...

É uma delícia te Amar
Num eterno desejar,
Sentes o meu pulsar!
Não importa o lugar, na cama,
No chão, em qualquer posição,
É muito tesão,
Não falta inspiração...

Somos um temporal
Dois corpos sedentos de prazer
Num oceano de múltiplos desejos!

Elias Akhenaton

Foto de Cellyzinha

Pensa em nós

Sabe ando pensando em nós dois, já não tnho + como evitar ja provei de todos os jeitos te amar...e vc parece nem se importar,sab andei pensando em não te falar, quando digo parece em mim não acreditar,to cansada d pedir e nao resolver, de voce sumir e nada dizer,tantas coisas queria dizer, falar sem ter medo de me arrepender,se me ama pq nao consegue me convencer... sinto medo de ter q ficar sozinha esperando alguém q inves de me amar muitas vezes me espezinha...q saudade eu sinto de nós antes de tudo acontecer, parece que faço de tudo e mesmo assim nao consigo te ter...que te perdi aquele dia que sua escolha fui eu mas se por dentro arrependia...a saudade aumenta quando me trata como se para voce eu não fosse nada, tente decidir se me ama ou se me amava, Pensa vc em nos dois eu nao qro + brigar, qro aquele que fez eu me apaixonar cada dia eu mudo pra poder te agradar, Pensa se é comigo q vc qr ficar, só não me faz mais sofrer eu precisava tudo isso te dizer..Te amO pensa qro de volta qm me ensino a amar!

Foto de DENISE SEVERGNINI

Trevas

Trevas

Soturnezes assolantes proliferam em certos imos
Ausentam-se os fanais do apropriado discernimento
Cadavéricas configurações ofertam seus préstimos
Promovendo hordas insofismáveis de desentendimento

Adentra-se ao sepulcro, vociferam verdugos Lucíferes
Sorumbáticas teses elevam-se às mentes psicopatas
Cadaverizam estações, hiperbolizam suaves éteres
Egressão faz-se nula! Biografias fenecem obstupefatas.

Soturnos véus embaçam o olhar, quando desprevenido
Tenência! Satanás alvitra ternas seleções ao incauto
Valhacouto!Prudência!São os vocábulos ao entendido
É de maior valimento feijão com arroz a banquete lauto

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Foto de DENISE SEVERGNINI

Bandida Lua

Bandida Lua

Oh Selene, andarilha das noites cruas
Nas alcatifas da minha quimera, vives
E a conspurcas de maneiras espúrias
Breu ativa-se nas biografias breves...

Tua maldade pulcra legifera teses
Mal resolutas, ambíguas, letíferas
Que perpetrar se abismas meus deslizes?
Lapso de era!Falhas infrutíferas...

Impeço tua extensão e, então, adejo
Em cenóbios mediévicos, permaneço
Avejão de Arthur oscula-me sem pejo
Não padeço!Venero afetuoso gracejo

Nos orbes de Cíntia, retrocedo a vicejar
Luminar sem fanal, que almejas de mim?
Alvitre do desengano confina-te ao mar!
Almejo meu sorriso em lábio carmesim...

POESIA GÓTICA

Foto de DENISE SEVERGNINI

AMO TER VOCÊ

AMO TER VOCÊ

Ter você é como ter o dia de sol brilhando
A noite infinda de lua cheia esplendorosa
Toda água do oceano muito bem caudalosa
Uma linda rosa branca no jardim perfumando

Ter você, mais do que tudo é ter a mim também,
Pois sem sua presença sou barco sem rumo...

Maravilhada consigo, vivo plenamente
Meus dias são sempre ascendentes
Tudo isto porque tenho você comigo!

Foto de Carlos Henrique Costa

Para sempre!

Em versos e prosa eu vou te amar!
E te amarei meu bem, na saudade,
Que arde no meu peito sem parar!
E vou te amar no céu da realidade,

Na liberdade de sentir em teu olhar,
A sincera harmonia da simplicidade,
E isso é o que me faz, mais te adorar,
E para sempre e por toda a eternidade...

Sim! Eu vou te amar, meu amor!
Para mostrar ao mundo, nosso valor,
O profundo e o verdadeiro esplendor,

Quando se ama e é possível gostar!
Relato tudo isso e enfim poder declarar:
Que TE AMO e vou sempre te amar.

Foto de Carlos Henrique Costa

Na natureza (caça e caçador)

Jenipapo está no papo do papa-léguas,
Que corre e socorre uma velha égua,
No caminho com espinho o porco-espinho,
Se entoca na toca do pequeno tatuzinho.

Macaco gago, berra na terra sem trégua!
Leopardo com urso pardo nessa légua;
Ta sozinho em seu ninho um passarinho,
Que pia gavião, pois o rei leão é leãozinho.

Jaburu no céu azul voa também urubu,
Cheiro de gambá no ar também timbu,
Na maré o jacaré engole o que vier,

Na floresta é festa tudo o que tiver,
Na briga e intriga na natureza como é!
Caça e caçador quem permanecerá de pé?

Foto de Carlos Henrique Costa

Depois do temporal

Da popa a proa eu navego ao cais!
Remo firme, na rota em mastro de leme;
Mas a deriva à nau pelas ondas treme,
Tentando controla-se dos temporais.

Desvario por todo o mar audaz...
O corpo todo, assim, pelo frio geme,
Na conseqüência da morte a alma teme...
Mas, sempre há novo dia, nova paz.

Em busca da esperança a vida brota,
E no mar feroz... Volta-se à calmaria;
A noite torna-se dia, numa nova rota.

E depois de tanta arrogância e covardia...
A valentia, do homem em fim se esgota,
E maestria a criação do mar a cada dia.

Foto de Arnault L. D.

Erica

I Ela

Ela e sempre, sempre, ela
Riso largo, coração de criança
Imagem a guardar à tela
Colorida por toda nuança
Amada não só por ser bela

É e será minha musa
Rosa única em meu jardim
Inteira desejável e confusa
Cintilantes olhos em mim
Ao seu toque minh'alma acusa

Em tudo que foi verdade
Retive em meu coração
Intacta para a eternidade
Cada detalhe e cada ilusão
Amo-a até a saudade

II Eu

Estou para sempre ferido
Réu confesso em não esquecer
Infinita pena a do sentido
Cada vez mais em vão querer
Até um dia ter me ido

Exilado assim estou
Resignado a não voltar
Ignorado, esquecido vou
Calado, mas não no amar
A distancia nada mudou

Embora muito maior que eu
Resisto ao nada conseguir
Imergi-la num frio ateu
Creio assim, até ressurgir
Aurora, e a noite perdeu

III Fantasia

Enleio abraça-la em retorno
Respondendo ao tocar da mão
Impune, despida de adorno
Corpos juntos e coração
A esquecer ao todo entorno

Entre beijos alucinados
Respirar seu ar, de menta...
Infinitamente apaixonados
Com seu corpo me orienta
As alturas, enlevados

Em seus verdes olhos verei
Reluzir o brilho que dizia
Intensamente o que eu já sei
Claro como a luz do dia
Amor, eu sempre te amei

Foto de Pandóra Dark

Abandonada

Me sinto só, abandonada
Uma alma perdida na escuridão do esquecimento
Alguém sabe quem sou?
Alguém sente minha falta?
se eu morrer agora, alguém perceberá?
se eu morrer agora alguém, minha falta sentirá?
Por quê estou neste plano;
se os vivos nao me veem?
pra que estar na Terra;
se meu destino é o espaço?
me sinto invisível, impercebível
Como me sentiria se me notassem?
como me sentiria se me aceitassem?
nao sei, como saberei?
nunca me notarão,
nunca me aceitarão.
sou um espirito com corpo invisível,
Sou um corpo sem alma.
sou apenas um ocupante terrestre.
Alguém que deveria estar do outro lado
Alguém que deveria estar com quem lhe vê.
Este Alguém, este EU...
me sinto como uma alma perdida
uma alma perdida na escuridão do esquecimento...

By: Pandóra Dark

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