Fecho os olhos e me imagino em seus braços.
Meu corpo junto ao seu, vibra intensamente,
ao toque sutil das suas mãos.
Vejo a sua boca, a minha procurar
e não a deixo esperar.
Selo, com um beijo molhado,
esta busca gostosa, que me faz delirar.
Quero você junto a mim.
Sentir o seu cheiro e ver seu corpo inteiro
o meu também querer.
Meu peito colado ao seu,
sente o seu coração acelerado
que aumenta a cada carinho recebido,
pois minhas mãos, não consigo mais controlar.
Tudo é tão gostoso.
Até o toque de nossas bocas
em simples beijos, me faz arrepiar,
despertando ainda mais minha louca vontade
de poder te amar.
Em seu rosto, vejo a expressão do desejo.
Sinto suas mãos em meu corpo deslizar.
Todo o meu ser se estremece,
e deixa brotar ainda mais esta ânsia
de lhe pertencer.
Te desejo como nunca.
Queria seu corpo agora, para cobrí-lo de beijos.
Preciso de você, como jamais precisei de alguém.
Não sei mais viver sem o calor do seu corpo,
sem o toque das suas mãos e da sua boca,
que me diz coisas lindas
e a cada beijo, me enlouquece.
É Amor? ... É Paixão? ... É Desejo?
É tudo ...
Estou completamente embriagada por você.
Quero perder a razão
e só retornar a realidade quando, juntos,
explodirmos de prazer, Eu e Você.
Pois acredite Meu Amor,
Ninguém faz amor, como você.
(Aira, 07 de Março de 2011)
Enquanto me envolves nos teus braços
Beijo teus lábios molhados
E nossas línguas se confundem
No sabor delicioso do prazer.
Tuas mãos passeiam na minha pele,
Gemidos se misturam no ar
E nossos olhares se encontram
No calor do desejo.
Quero olhar no fundo dos teus olhos
Para falar o que minha alma grita.
Será amor, paixão ou um simples desejo?
E se fosse isso tudo?
Como explicar, como dizer,
Que enquanto nossos corpos ardentes
Entre beijos e caricias se amam,
Meu coração começou a te amar.
(Aira, 07 de março de 2011)
No jardim que habita
Em meu peito
Brotou uma flor,
Bela, meiga, cheirosa, perfeita
Aos olhos meus,
Foi Deus que me deu,
O nome dela é Amor,
O nome dela é Você!
Enviado por odias pereira em Seg, 07/03/2011 - 04:17
Esperei o dia inteiro o meu celular tocar,
A minha anciedade era enorme.
Eu queria ouvir tua voz te escutar,
Quero saber se estais bem, me informe.
Ligue agora que vou estar a tua espera,
Me preocupei com você o dia inteiro.
Nenhuma informação obtive da galera,
Liga pra mim e me diz onde é seu paradeiro.
Ligue-me agora e diga-me a onde foi,
Vou te buscar amor, por favor ligue no tim.
Não me importa se não der liga no oi,
Eu espero você ligar pra mim.
Já revirei todo lugar e não senti seu faro,
Nunca passei por um momento assim aberrativo.
Liga pra mim por favor liga no claro,
Não importa a operadora, meu amor liga no vivo.
Os meus numeros você já sabe quais são,
Estão ligados as vinte e quatro horas do dia.
A anciedade de ouvir a tua voz já me afeta o coração,
Liga pra mim meu amor e acabe de vêz com essa agonia.
São José dos Campos SP
Autor: Odias Pereira
06/03/2011
Enviado por Arnault L. D. em Seg, 07/03/2011 - 03:40
Esse amor, meu amor,
foi assim perdido.
Boiando, num mar de lágrima
até o horizonte, onde ido.
Até o além do sentido,
até o romper da “ânima”...
Foi-se indo, de mansinho,
lentamente, a mim sumir...
Seguindo noutro caminho
distanciando o meu seguir.
Nada, além é a paisagem,
do não ter prosseguir
Mas, quando, aonde, esteja.
onde a mão se cansa;
onde eu não mais veja;
no morrer da esperança.
Na inanição do que almeja;
no esforço do que não alcança.
Por quando, onde, haja,
o não saber que se eterniza.
Nas rimas de uma poesia,
no coração, que o paralisa.
Num oculto de fantasia,
que ao sonhar, me ameniza.
O amor meu, que não é meu,
nos olhos, verdes, brilhante.
O sorrir, calmo e feliz,
que para mim já se deu...
mas, o mesmo obstante,
por mim, nada mais diz.
As palavras que me disse,
usadas foram de novo.
Já não mais para mim.
Agora e como se novo,
como se o eco repetisse
o amor que não sabe o fim.
Ah... tristeza que me mata,
que em ecos reflete-se,
que transpassa e refrata,
tanta que entorpece.
E o querer se esquece,
de querer-se e fenece,,
mas, se outro eu tivesse
não trocaria o meu mal.
Esse amor... meu amor,
terminou... Sem final...
Enquanto me desfazes no cinzeiro do teu ser,
Eu acordo, lavo a cara, olho-me ao espelho e saio.
No caminho da minha vida,
Deixo cair uma lágrima,
Suave, fresca e sincera.
Queria sentir-te enquanto dormias.
Queria saber destinguir-te por entre a mágoa e a dor.
Hoje sou só eu.
Sem fábulas espantosas como outrora.
Com uma mente brilhante presa a uma alma estragada,
Deitada num qualquer cinzeiro público.
Esquecida, estropiada e novamente esquecida.
Sou um homem que chora baixinho.
Sou um sentimento disperso.
Sou uma caixa de música bonita oferecida no dia dos namorados.
Sou uma data qualquer.
Sou o mundo todo e, por isso, não sou nada.
A minha dor é desprezível
Como um produto caríssimo no supermercado.
A minha dor é melancólica
Como uma canção de Yann Tiersen num deserto.
A minha dor é velha
Como o vinho que o meu pai guardava em casa.
Faço parte de tudo o que ouves.
Faço parte de tudo o que sentes.
Faço parte de tudo o que dizes
Sem pertencer a nada mais que aquilo que é meu,
E por isso não faço parte de nada teu.
Sinto-me tão baixo que até toda esta escrita me mete tédio,
Escrita que deveria fazer-me bem, não espelhar o tédio desta situação.
Sinto-me como um copo partido,
Caído num qualquer mata-sede,
Caído pelas tuas mãos.
Hoje trago o tédio no bolso da camisa que me ofereceste
E vou matando-o como um cigarro.
Vou fumando-o.
Fumando-o e desfazendo-o no mesmo cinzeiro público,
Onde despejaste o meu ser e todas as palmas que te dava.
Vou fumando-o enquanto houver para fumar
Ou enquanto o divino me der vida para continuar a fazê-lo.
Vou fazendo isto tudo com um toque pessoal.
Amanhã acordo, lavo a cara, olho-me ao espelho e saio.
E continuarei a fazer o mesmo, todos os dias.
Porque não sei fazer outra coisa
E sinto-te demasiado para conseguir deixar de te sentir.
“Respondi às perguntas e às dúvidas com o tempo, ninguém me explicou o que passei, ninguém percebeu, acho, tenho a certeza que o meu pai ainda espera que um dia chegue a casa com uma mulher como tu pela mão, numa obrigação de filho, obediente, como quando lhe mostrava os deveres da escola depois de jantar.” (…)